PF prende seis pessoas por danos à unidade de conservação no Amapá

amapa_madeira03/02/2016 – Macapá/AP – A Polícia Federal prendeu ontem (2), em flagrante, seis pessoas que estavam causando dano à Unidade de Conservação da Reserva Extrativista do Rio Cajari, em Laranjal do Jari/AP.

Ao passar pela reserva Rio Cajari – que é considerada bem da União – localizada na BR 156, em Laranjal do Jari/AP, foi constatado que os indivíduos estavam extraindo madeira ilegalmente com a finalidade transportá-la para aquela cidade.

Foram apreendidos: um caminhão, que era utilizado para o transporte da madeira; uma moto; uma motosserra; e aproximadamente 20m³ de madeira serrada.

Os presos foram autuados pelo crime de dano direto às unidades de conservação e tentativa de furto mediante concurso de pessoas. Logo após, foram encaminhados à audiência de custódia em Laranjal do Jari/AP, e ficarão à disposição da Justiça Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá – Telefone: (96) 3213-7500

Fonte: http://www.pf.gov.br/agencia/noticias/2016/02/pf-prende-seis-pessoas-por-danos-a-unidade-de-conservacao-no-amapa

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Funai e Ibama desativam garimpos ilegais no interior da Terra Indígena Kayapó

Foto: Acervo/Funai

Foto: Acervo/Funai

Entre os dias 26 de setembro 01 de outubro, servidores da Funai e do Grupo Especial de Fiscalização–GEF, do Ibama, empreenderam mais uma operação no sul do estado do Pará contra a atividade garimpeira ilegal, desativando um total de 21 Balsas, 7 escavadeiras hidráulicas (PC), 5 caminhões, 1 caminhonete, 1 trator de esteira, 1 motor, além de 46 estruturas de apoio ao garimpo.

A atividade garimpeira vem causando inúmeros danos ao meio ambiente, bem como à saúde e à organização social da população indígena Kayapó, e tornando insalubres as águas dos rios Branco e Fresco, que banham os municípios de Ourilândia do Norte, Tucumã e São Félix do Xingu, estendendo seus malefícios a toda população desses municípios.

No mês de julho deste ano, a Funai com apoio do Ibama, notificou os garimpeiros a deixarem a terra indígena, informando-os acerca da ilegalidade das atividades. Como não houve a paralisação das atividades garimpeiras no interior da TI, foi deflagrada, no último dia 26 de setembro, uma operação com o objetivo de desativar todos os garimpos que afetam o povo Kayapó. A ação teve como alvo principal os grandes garimpos de barranco e as balsas que provocam o açoreamento e o envenenamento dos rios da região.

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Foto: Acervo/Funai

Esta operação corresponde a uma etapa de uma série de ações previstas para a TI Kayapó, cujo objetivo é pôr fim aos garimpos ilegais, garantindo assim, a proteção do meio-ambiente e o bem-estar à comunidade indígena, bem como à população dos municípios afetados por essa prática.

Cabe ressaltar que os prejuízos provocados por essa prática ilegal ultrapassam os danos ambientais, envolvendo uma série de outros crimes, os quais vão desde a formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, contrabando e descaminho, além da sonegação fiscal que afeta, sobretudo, os municípios que deixam de arrecadar tributos.

A Funai e o Ibama continuarão combatendo os garimpos ilegais em terras indígenas, atuando permanentemente por meio de ações estratégicas.

Fonte: http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/noticias/3075-funai-e-ibama-desativam-garimpos-ilegais-no-interior-da-terra-indigena-kayapo

União Européia – Ambiente: Financiamento para apoiar o combate da Interpol ao crime contra a vida selvagem

Bruxelas, 21 de dezembro de 2012

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A Comissão Europeia vai apoiar com cerca de dois milhões de euros a ação da Interpol para combater o crime contra a vida selvagem e proteger os recursos naturais mundiais do comércio internacional ilegal de espécies da flora e fauna selvagens. Nos próximos três anos, um financiamento de 1,73 milhões de euros apoiará o «Project Combat Wildlife Crime» deste órgão de polícia mundial, sob a égide do Consórcio Internacional de Combate ao Crime contra a Vida Selvagem (ICCWC), no qual participam igualmente o Secretariado da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), o Gabinete das Nações Unidas para o Controlo da Droga e a Prevenção do Crime (UNODC), o Banco Mundial e a Organização Mundial das Alfândegas (OMA).

Os crimes contra o meio ambiente têm poucas testemunhas, mas as suas consequências fazem-se sentir à escala mundial e quem mais as sofre são sobretudo os países em desenvolvimento, afirmou Janez Potočnik, Comissário Europeu do Ambiente.  Continue lendo

Relatório Banco Mundial “Justiça para as Florestas: Melhoria dos Esforços da Justiça Criminal para Combater a Extração Ilegal de Madeira”

“Dinheiro Sujo” da Extração Ilegal de Madeira Pode Ser Descoberto e Confiscado, Informa o Banco Mundial

Press Release No:3012/329/FPD

Clique aqui para baixar o Relatório (em PDF)

Washington, 20 de março de 2012 – A cada dois segundos, uma área florestal do tamanho de um campo de futebol é derrubada por madeireiros ilegais ao redor do mundo. Um novo relatório do Banco Mundial divulgado hoje mostra como podem os países usar o sistema de justiça criminal para combater efetivamente a derrubada ilegal de matas, punir a criminalidade organizada e descobrir e confiscar os lucros ilegítimos da extração ilícita de madeira.

O relatório Justice for Forests: Improving Criminal Justice Efforts to Combat Illegal Logging – Justiça para as Florestas: Melhoria dos Esforços da Justiça Criminal para Combater a Extração Ilegal de Madeira – afirma que, para ser eficiente, a autoridade coatora precisa olhar para além dos criminosos de baixo nível e verificar para onde vão os lucros da derrubada ilegal.  Seguindo a trilha do dinheiro e usando ferramentas desenvolvidas em mais de 170 países para ir em busca de “dinheiro sujo”, a justiça criminal tem condições para punir as organizações criminosas envolvidas em derrubada ilegal de madeira em grande escala e confiscar seus ganhos ilícitos. Continue lendo

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