23/03 – FIESP – Seminário Gestão da Água – A Crise não Acabou

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A FIESP realiza mais uma edição de seu seminário na semana que se comemora o Dia Mundial da Água. O evento, este ano intitulado “Seminário Gestão da Água – A crise não acabou”, que ocorrerá no próximo dia 23 de março de 2016 na sede da Federação, convida a todos a “debater com especialistas as ações estruturais necessárias para que, no futuro, São Paulo não volte a sofrer com a escassez de água como em 2014 e 2015.”

Segundo o conteúdo publicado no site da instituição o Seminário tem por objetivo promover debates sobre as ações estruturais e estruturantes necessárias para garantia do fornecimento de água à sociedade, enfocando a importância da governança pública e privada no planejamento de médio e longo prazo, considerando a possibilidade de recorrência de eventos críticos de escassez como os de 2014 e 2015, com consequências que poderão perdurar por vários anos.

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Em carta aberta a Fernando Pimentel, entidades propõem medidas para proteção da água em Minas Gerais

Sugestões terão efeito a curto prazo, mas não garantem continuidade da “fabricação” do recurso pela natureza

novo_logo_amdaBelo Horizonte, 10 de fevereiro de 2015 – Entidades ambientalistas, condomínios e comitês de bacias enviaram, nesta segunda-feira (09), ao governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, carta aberta na qual propõem políticas públicas que garantam a proteção dos mananciais de abastecimento público. As instituições citam como exemplo a situação da bacia do rio Manso, que alimenta a represa de mesmo nome, responsável pelo abastecimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte: tanto o rio, como praticamente todos os seus afluentes, nascentes, margens e áreas de recarga estão desprotegidas, sem cobertura vegetal e com processos erosivos.

Para as entidades, as medidas anunciadas pelo Governador não contemplam o problema principal que é a geração de água. Elas alertam que a situação é muito mais grave, porque o maior risco não é “ficar sem água em casa: é ficarmos sem água nos rios devido ao mau uso do solo, ao desmatamento e à poluição”.

As instituições questionam a possibilidade de transposição da água do rio Paraopeba para a barragem do rio Manso, lembrando que ele e seus tributários também estão morrendo, assolados por ocupação desordenada do solo, incêndios, pisoteio de gado, minerações irresponsáveis, despejo de esgoto e lixo e desmatamento. A carta pontua que a recuperação das bacias deve ser considerada prioritária pelo governo. Continue lendo

ONUBR: Quase metade da população mundial viverá em áreas com grande escassez de água até 2030

Reunião de alto nível debateu estratégias para tornar sociedades mais resilientes. Mais de 11 milhões de pessoas morreram devido à seca desde 1900.

Foto: FAO/Giulio Napolitano

Foto: FAO/Giulio Napolitano

Para tornar as pessoas mais resilientes a secas, os governosprecisam criar planos nacionais coordenados que incorporem a preparação, o monitoramento e os serviços de informação sobre a seca, pediram nesta quinta-feira (14) funcionários das Nações Unidas ao final de uma reunião internacional de alto nível em Genebra.

Em uma declaração conjunta, os chefes da Organização Meteorológica Mundial (OMM), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), além de outros parceiros, afirmaram que “os quadros legais políticos nacionais que melhoram a previsão de seca e tornam esta informação disponível de modo que as comunidades possam agir são indispensáveis”. Continue lendo

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