Relatório do PNUMA mostra como alinhar Financiamento Global e Desenvolvimento Sustentável

12095047_905835499495545_5516294836147105727_oLima, 8 de Outubro de 2015 – O novo relatório do PNUMA  – The Financial System We Need (O Sistema Financeiro que Precisamos) – publicado no encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI)/ Banco Mundial mostra como aproveitar os ativos do sistema financeiro mundial para a sustentabilidade – as principais conclusões são que:

– Uma ‘revolução silenciosa’ está em andamento conforme os formuladores de políticas e reguladores financeiros tomam medidas para integrar as questões sobre desenvolvimento sustentável aos sistemas financeiros e torná-los aptos para o século 21;

– O ‘momentum’ está ganhando força e é, em grande parte, impulsionado por países emergentes e em desenvolvimento, incluindo Bangladesh, Brasil, China, Quênia e Peru, com campeões de países desenvolvidos como a França e o Reino Unido; Continue lendo

PNUMA: Novo relatório da ONU detalha serviços de ecossistemas em quatro países-piloto

Success Stories in Mainstreaming Ecosystem Services into Macro-economic Policy and Land Use Planning: Evidence from Chile, Trinidad and Tobago, South Africa and Viet Nam

Success Stories in Mainstreaming Ecosystem Services into Macro-economic Policy and Land Use Planning: Evidence from Chile, Trinidad and Tobago, South Africa and Viet Nam

Nairóbi, 7 de outubro de 2015 – Um projeto com o objetivo de integrar o valor econômico de ecossistemas com políticas governamentais identificou quase um bilhão de dólares de benefícios em quatro países-piloto, destacando a importância da conservação de ecossistemas para a recém-adotada Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

O ProEcoServ, um projeto de 4 anos do PNUMA focado na avaliação e na divulgação de serviços de ecossistemas estudou quatro países-piloto: África do Sul, Trinidad e Tobago, Vietnam e Chile.

Da retenção de serviços de solo de R$ 2,3 bi em Trinidad e Tobago para R$ 630 mi em poupança através de um serviço de ecossistemas baseado no risco de desastres na África do Sul, os relatórios finais adicionam peso à prova de que os ecossistemas são cruciais para o desenvolvimento sustentável. Continue lendo

11/09 – Ao vivo – FAO lança relatório sobre o impacto ambiental do desperdício de alimentos

Um terço de todos os alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado. Crédito: FAO

Um terço de todos os alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado. Crédito: FAO

10 de setembro de 2013 • Comunicados

Na próxima quarta-feira, 11 de setembro, às 10h30 (hora central europeia – 5h30 horário de Brasília), a FAO apresenta um relatório detalhando os impactos ambientais do desperdício de alimentos.
O evento acontece na sede da FAO em Roma (Itália) e terá a presença do Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, e do Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner. O evento será transmitido ao vivo pela Internet através do link http://www.fao.org/webcast/.
A cada ano, 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçados ou se perdem, seja durante a sua produção e processamento, pelo comércio varejista, ou com o consumidor. A água, a terra e outros recursos naturais usados para produzir estes alimentos também são desperdiçados, ao mesmo tempo em que se liberam na atmosfera os gases de efeito estufa que são gerados ao produzir, processar e cozinhar estes alimentos.
O novo documento da FAO, O Rastro do Desperdício dos Alimentos – Impactos nos Recursos Naturais é o primeiro estudo a analisar especificamente as repercussões ambientais do desperdício de alimentos.
Uma publicação complementar – Caixa de Ferramentas: Reduzir os Rastros do Desperdício de Alimentos – também será apresentada e possui recomendações para a ação e exemplos sobre como está sendo enfrentado o problema do desperdício de alimentos em todo o mundo.

Fonte; http://www.onu.org.br/fao-lanca-relatorio-sobre-o-impacto-ambiental-do-desperdicio-de-alimentos/

ONUBR: Fuligem é o segundo maior causador de mudanças climáticas, afirma PNUMA 16 de janeiro de 2013 · Destaque

A fuligem, ou carbono negro, é o segundo poluente de maior impacto para as mudanças climáticas, atrás somente do dióxido de carbono e à frente do metano, mostra estudo divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) nesta terça-feira (15). A análise do Instituto para Governança e Desenvolvimento Sustentável (IGSD) – um dos integrantes da Coalizão pelo Clima e Qualidade do Ar (CCAC) do PNUMA – também evidencia que o potencial poluidor da fuligem, originária da queima incompleta de combustíveis fósseis e de biomassa, é duas vezes pior do que se pensava.

Segundo o documento, desenvolvido durante quatro anos por uma equipe de mais de 30 cientistas, o impacto da fuligem no Ártico e em outras regiões vulneráveis é maior e a substância tem grande influência no rápido aquecimento nas áreas de médias e altas latitudes do hemisfério norte.

O estudo conclui que a redução das emissões de fuligem derivada da queima principalmente de óleo diesel, mas também de outras fontes, como fornos de olarias e até a queima caseira de combustíveis, terá uma rápida influência na desaceleração do aquecimento global.

“A nova pesquisa mostra que temos que combater os poluentes de vida curta, como a fuligem. Peço que mais países, empresas e organizações ingressem na CCAC”, afirmou o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner, explicando que desde sua criação, em fevereiro de 2012, a coalizão cresceu de seis para 24 Estados-Membros.

Acesse o documento em inglês na página do Journal of Geophysical Research: Atmospheres.

Fonte: http://www.onu.org.br/fuligem-e-o-segundo-maior-causador-de-mudancas-climaticas-afirma-pnuma/

ONUBR: Degradação de recursos naturais pode diminuir capacidade de países de arcar com dívidas, alerta PNUMA

19 de novembro de 2012

O Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA) lançou publicou (19) um estudo que relaciona os riscos de degradação dos recursos naturais e suas consequências ambientais com os principais indicadores macroeconômicos. O relatório E-RISC: A New Angle on Sovereign Credit Risk (E-RISC: um novo ângulo sobre risco de crédito soberano) leva em conta a pegada ecológica de um país e sua capacidade de gerar recursos para entender como isso pode afetar a economia de um país e, portanto, a sua capacidade de pagar as suas dívidas.

“Estamos vendo uma mudança de paradigma devido à escassez de recursos naturais com profundas implicações para as economias e, assim, no risco da dívida soberana no mundo todo”, disse o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner, durante o lançamento do relatório, em Londres.

Cinco países que possuem condições bem distintas — Brasil, França, Índia, Japão e Turquia — foram analisados como parte do relatório, destacando os principais desafios financeiros decorrentes da crescente distância entre as progressivas demandas por recursos como água doce, florestas, solos, e os bens e serviços que os países podem fornecer de forma sustentável.

e-risc

O relatório mostra que a Índia agora exige quase 2 vezes mais de seus recursos ecológicos do que é capaz de gerar, enquanto a França exige 1,4 mais recursos do que pode produzir. Por sua vez, o Japão possuía apenas 35% dos recursos naturais renováveis necessários para seu mercado interno em 2008, e a Turquia enfrenta grandes riscos relacionados à escassez de água e à desertificação.

O Brasil possui posição privilegiada neste campo. Por ter a maior quantidade de biocapacidade do mundo, é o único entre os pesquisados que, apesar de ter triplicado sua pegada ecológica desde 1961, ainda gera mais recursos naturais e serviços do que as demandas de sua população. Isso faz com que o país, exportador de recursos naturais, tenha menos risco de ter sua economia negativamente afetada pela volatilidade de preços do setor. Entretanto, sua economia é altamente dependente da biocapacidade, o que faz com que a degradação dos recursos coloque em risco o desenvolvimento do país.

“Mais e mais países dependem de um nível da demanda de recursos que ultrapassa o que os seus próprios ecossistemas podem oferecer”, ressaltou Susan Burns, fundadora da Global Footprint Network, que colaborou com o PNUMA na produção do relatório.

“Esta tendência está reforçando a competição global por recursos limitados do planeta e representa riscos para os investidores de títulos soberanos, bem como para os países que emitem tais títulos. Uma descrição mais precisa da realidade econômica é, portanto, do interesse de todos”, completou.

Acesse aqui o relatório completo.

ONUBR: Em Dia Internacional, Secretário-Geral da ONU ressalta vínculos entre paz e preservação do meio ambiente

Foto: FAO/Giulio Napolitano

6 de novembro de 2012

Em observância ao Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Ambiente em Tempo de Guerra e  Conflito Armado, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu hoje (6) sobre os vínculos tênues entre conflito, paz e meio ambiente, exortando a comunidade internacional a reconhecer a paz e a segurança como “uma quarta dimensão crítica” do desenvolvimento sustentável.

“A guerra e os conflitos armados destroem a teia do desenvolvimento sustentável”, disse Ban Ki-moon em sua mensagem para o Dia, celebrado desde 2001. ”Não pode haver paz se o recurso básico do qual as pessoas dependem para alimento e rendimento estiver danificado ou destruído – ou se a sua exploração ilegal servir para financiar ou causar conflitos”, acrescentou.

De acordo com o Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA), pelo menos 40% de todos os conflitos internos dos últimos 60 anostiveram ligação com a exploração de recursos naturais, recursos de alto valor, tais como madeira, diamantes, ouro e petróleo, ou escassez de recursos como terra fértil e água. Além disso, os conflitos envolvendo recursos naturais têm duas vezes mais probabilidade de se tornarem violentos.

“Neste Dia Internacional, reafirmemos nosso compromisso em gerir de forma sustentável e salvaguardar os recursos naturais, vitais em tempo de paz e de guerra”, afirmou Ban. “Façamos mais para prevenir conflitos por causa dos recursos naturais e maximizemos seus benefícios para a manutenção e a construção da paz.”

UN News Centre: Ligações entre a gestão de resíduos e sustentabilidade ambiental destacados na conferência apoiada pela ONU

Pilhas de lixo sendo queimado nas ruas do Cairo, Egito. Foto: IRIN / Amr Emam
Pilhas de lixo sendo queimado nas ruas do Cairo, Egito. Foto: IRIN / Amr Emam

6 de novembro de 2012 – Em meio a uma população mundial em rápido crescimento, os problemas de gestão de resíduos estão se tornando cada vez mais cruciais para a promoção da sustentabilidade ambiental, é a à conclusão de um dos delegados nos  dois dias de conferência das Nações Unidas sobre o assunto ouvido hoje.

Na última reunião da Global Partnership on Waste Management (GPWM) [ Parceria Global sobre Gestão de Resíduos], organizado pelo UN Environmental Programme (UNEP) Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em Osaka, no Japão, onde especialistas em lixo de todo o mundo abordaram os problemas em curso em torno da gestão de resíduos, discutindo como alcançar uma maior coesão econômica e benefícios ambientais por meio de uma melhor cooperação mútua.

“As necessidades humanas básicas, como água limpa, ar puro e segurança alimentar são prejudicadas por práticas de gestão de resíduos impróprios, com graves consequências para a saúde pública”, advertiu o PNUMA em seu comunicado, acrescentando que a gestão inadequada  de resíduos pode levar à disseminação de doenças, como bem como contaminar o ambiente ar, água e terra.

A agência da ONU observou que os resíduos urbanos são um fardo crescente para comunidades ao redor do mundo, citando estatísticas do Banco Mundial que estimam um crescimento no  volume de resíduos de 1,3 bilhão de toneladas para 2,2 bilhões de toneladas em 2025. Continue lendo

%d blogueiros gostam disto: