Igam lança portal com informações sobre recursos hídricos

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O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) lançou nesta terça-feira (25), durante a abertura da Semana das Águas 2014, um portal com informações técnicas sobre os recursos hídricos de Minas Gerais. O Portal InfoHidro é parte do trabalho do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) na estruturação do Sistema Estadual de Informações sobre Recursos Hídricos (InfoHidro), um dos instrumentos de gestão das águas estabelecido pela Política Estadual de Recursos Hídricos (Lei Estadual 13.199/1999).

O InfoHidro também disponibilizará, de forma atualizada, os dados e informações técnicas sobre a água no estado de Minas Gerais. No portal, o usuário poderá encontrar dados sobre outorga, cobrança pelo uso dos recursos hídricos, séries históricas de monitoramento da qualidade da água, mapas e relatórios, além de bases cartográficas dos recursos hídricos do Estado, biblioteca digital, dente outras. O portal também traz uma inovação em termos de disponibilização de dados, que é a calculadora do índice de qualidade da água (IQA) e da contaminação por tóxicos (CT), sendo que o Igam é pioneiro na disponibilização desse tipo de serviço no Brasil. Continue lendo

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ONUBR: Fuligem é o segundo maior causador de mudanças climáticas, afirma PNUMA 16 de janeiro de 2013 · Destaque

A fuligem, ou carbono negro, é o segundo poluente de maior impacto para as mudanças climáticas, atrás somente do dióxido de carbono e à frente do metano, mostra estudo divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) nesta terça-feira (15). A análise do Instituto para Governança e Desenvolvimento Sustentável (IGSD) – um dos integrantes da Coalizão pelo Clima e Qualidade do Ar (CCAC) do PNUMA – também evidencia que o potencial poluidor da fuligem, originária da queima incompleta de combustíveis fósseis e de biomassa, é duas vezes pior do que se pensava.

Segundo o documento, desenvolvido durante quatro anos por uma equipe de mais de 30 cientistas, o impacto da fuligem no Ártico e em outras regiões vulneráveis é maior e a substância tem grande influência no rápido aquecimento nas áreas de médias e altas latitudes do hemisfério norte.

O estudo conclui que a redução das emissões de fuligem derivada da queima principalmente de óleo diesel, mas também de outras fontes, como fornos de olarias e até a queima caseira de combustíveis, terá uma rápida influência na desaceleração do aquecimento global.

“A nova pesquisa mostra que temos que combater os poluentes de vida curta, como a fuligem. Peço que mais países, empresas e organizações ingressem na CCAC”, afirmou o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner, explicando que desde sua criação, em fevereiro de 2012, a coalizão cresceu de seis para 24 Estados-Membros.

Acesse o documento em inglês na página do Journal of Geophysical Research: Atmospheres.

Fonte: http://www.onu.org.br/fuligem-e-o-segundo-maior-causador-de-mudancas-climaticas-afirma-pnuma/

Oceana lança novo relatório: emissões de CO2 ameaçam a segurança alimentar baseada em frutos do mar

Clique aqui para baixar o relatório "Ocean-Based Food Security Threatened in a High CO2 World"

Clique aqui para baixar o relatório “Ocean-Based Food Security Threatened in a High CO2 World”

Oceana lista a vulnerabilidade das nações às alterações climáticas e à acidificação dos oceanos

Oceana, o maior grupo de advocacia internacional trabalhando unicamente para proteger os oceanos do mundo, divulgou um novo relatório hoje intitulado “Ocean-Based Food Security Threatened in a High CO2 World” (A segurança alimentar baseada no oceano em um mundo de CO2 alto), que fornece um ranking de nações que são mais vulneráveis às reduções na produção de frutos do mar, devido às mudanças climáticas e a acidificação dos oceanos.

Enquanto os frutos do mar são atualmente a principal fonte de proteína para mais de um bilhão de pessoas mais pobres do mundo, as emissões de dióxido de carbono estão fazendo com que os oceanos se  aqueçam e se tornem mais ácidos. Temperaturas do oceano em ascensão estão empurrando muitos peixes para águas mais profundas e mais frias nos polos e longe dos trópicos, enquanto o aumento da acidez está ameaçando habitats como os recifes de corais e o futuro dos frutos do mar, como ostras, mariscos e mexilhões. De fato, muitas nações em desenvolvimento costeiras e de pequenas ilhas, como as Maldivas, dependem mais pesadamente desses animais para a proteína e sofrerão as maiores dificuldades porque têm menos recursos para substituir o que se perdeu no mar.

“Para a maioria dessas nações ilha, frutos do mar são a fonte mais barata e mais facilmente disponível de proteína”, disse Matthew Huelsenbeck, autor do relatório e cientista marinho da Oceana. “A maioria dos pescadores de pequena escala simplesmente não são capazes de seguir os peixes em águas distantes com as alterações climáticas e a acidificação dos oceanos causando estragos nos recursos costeiros. Reduzir as emissões de CO2 é a única forma de resolver a acidificação global do oceano e o principal meio para deter as mudanças climáticas.” Continue lendo

Conselho de ex-Chefes de Estado alerta ONU sobre a crise da água e lança relatório

O InterAction Council é uma organização internacional independente criada em 1983 constituída por mais de 30 ex-chefes de Estado ou de governo. A entidade, que conta com membros como Gro Harlem Brundtland, ex-primeira Ministra da Noruega, Bill Clinton, Nelson Mandela e do brasileiro José Sarney, tem por finalidade usar os conhecimentos e contatos deste grupo de estadistas para promover a cooperação internacional e a ação em três áreas prioritárias:

  • Paz e segurança
  • Revitalização econômica mundial
  • Padrões éticos universais

Ontem, dia 10 de setembro, o InterAction Council, juntamente com a United Nations University (Universidade das Nações Unidas) e da Walter and Duncan Gordon Foundation (Fundação Walter and Duncan Gordon), publicou um alerta para que o Conselho de Segurança da ONU reconheça a água como um dos principais problemas de segurança enfrentados pela comunidade global.

Foi lançado também o relatório “The Global Water Crisis: Addressing an Urgent Security Issue,” (“A Crise Global da Água: abordando um problema de segurança urgente”).

Veja trechos do comunicado:

O mundo de hoje enfrenta uma crise de água, com implicações graves para a paz, estabilidade política e desenvolvimento econômico, alertam os especialistas em um novo relatório emitido conjuntamente pela InterAction Council (IAC), um grupo de 40 proeminentes líderes do governo e ex-chefes de Estado, pela Universidade das Nações Unidas, e pela Fundação Walter and Duncan Gordon. Continue lendo

ONU Brasil: ONU lança relatório sobre cidades latino-americanas

21 de agosto de 2012 · Destaque

 Em estudo inédito, ONU-HABITAT afirma que população urbana da América Latina chegará a 89% em 2050.

Erik Vittrup, Oficial Principal de Assentamentos Humanos do Escritório Regional do ONU-HABITAT para América Latina e Caribe, durante lançamento do documento ‘Estado das Cidades da América Latina e Caribe’ 2012 (Foto: UNIC Rio/Julia Dias)

De acordo com o ‘Estado das Cidades da América Latina e Caribe’, relatório inédito produzido pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), a taxa de urbanização no Brasil e nos países do Cone Sul chegará a 90% até 2020. No México e nos países da região Andino-Equatorial, o número atual não passa de 85%. O Caribe e a América Central têm taxas de urbanização mais baixas, mas o aumento é constante, com perspectiva de chegar a 83% e 75% da população urbana em 2050, respectivamente.

Estas são algumas das informações que foram apresentadas à imprensa nesta terça-feira (21) no Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) por Erik Vittrup (foto), Oficial Principal de Assentamentos Humanos do Escritório Regional do ONU-HABITAT para América Latina e Caribe.

Além de informações sobre população e urbanização, o Estado das Cidades da América Latina e Caribe apresenta dados sobre o desenvolvimento econômico, habitação, serviços básicos urbanos, meio ambiente, gestão de riscos e governança urbana. A elaboração do relatório foi apoiada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), a Federação Latino-Americana de Cidades, Municípios e Associações de Governos Locais (FLACMA), os Ministros e Autoridades Máximas de Habitação e Desenvolvimento Urbano da América Latina e o Caribe (MINURVI), a Aliança para as Cidades e o Banco de Desenvolvimento na América Latina (CAF). Continue lendo

ONUBR:Transição para uma economia verde pode criar até 60 milhões de empregos

31 de maio de 2012 ·

Transição para uma economia verde pode criar até 60 milhões de empregosA transição para uma economia mais verde poderia gerar entre 15 e 60 milhões de novos empregos em nível mundial nas próximas duas décadas e tirar dezenas de milhões de trabalhadores da pobreza, segundo um novo relatório produzido pela Iniciativa Empregos Verdes.

O estudo “Rumo ao Desenvolvimento Sustentável: oportunidades de trabalho decente e inclusão social em uma economia verde” sustenta que o alcance destes objetivos dependerá da adoção de uma correta combinação de políticas.

“O atual modelo de desenvolvimento tem se mostrado ineficiente e insustentável, não só para o ambiente, mas também para as economias e sociedades”, disse o Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT) Juan Somavia. “Precisamos urgentemente seguir por um caminho de desenvolvimento sustentável, com um conjunto coerente de políticas em que as pessoas e o planeta desempenhem um papel central”.

“A próxima Conferência Rio+20 das Nações Unidas será um momento decisivo para garantir que o trabalho decente e a inclusão social sejam partes integrantes de qualquer estratégia de desenvolvimento futuro”, acrescentou.

“Este relatório surge às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, cujo lema é: Economia Verde: Isso inclui você?”, lembrou Achim Steiner, Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). “As conclusões do relatório mostram que a economia verde pode incluir milhões de pessoas, ajudando-as a superar a pobreza e proporcionando melhores condições de vida para esta e futuras gerações. É uma mensagem positiva, plena de oportunidades frente aos atuais desafios globais que estamos divulgando no mundo inteiro enquanto os líderes se preparam para a Rio+20”, acrescentou Steiner.

O relatório – publicado quase quatro anos após o primeiroestudo da Iniciativa Empregos Verdes – analisa o impacto que a “ecologização” da economia pode ter sobre o emprego, a renda e desenvolvimento sustentável em geral.

Pelo menos metade da força de trabalho mundial – o equivalente a 1,5 bilhão de pessoas – será afetada pela transição para uma economia verde. Embora as mudanças devam ser sentidas por toda a economia, oito setores-chave deverão desempenhar um papel central e ser os mais afetados: agricultura, silvicultura, pesca, energia, indústria manufatureira, reciclagem, construção e transporte.

Dezenas de milhões de empregos já foram criados por esta transformação. Por exemplo, o setor de energia renovável já emprega cerca de 5 milhões de trabalhadores, mais do que o dobro do número de empregos entre 2006 e 2010. A eficiência energética é outra importante fonte de empregos verdes, particularmente na indústria da construção, o setor mais afetado pela crise econômica.

Nos Estados Unidos, três milhões de pessoas têm empregos relacionados com produtos e serviços ambientais. Na Espanha, existem atualmente mais de meio milhão de empregos neste setor.

É possível obter ganhos líquidos na taxa de emprego entre 0,5 e 2 por cento do emprego total. Nas economias emergentes e países em desenvolvimento, os ganhos tendem a ser mais elevados do que nos países industrializados, porque os primeiros podem passar diretamente para a tecnologia verde em vez de substituir a infraestrutura obsoleta. O Brasil já criou cerca de três milhões de empregos, respondendo por cerca de 7% do emprego formal.

A Iniciativa Empregos Verdes é uma parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização Internacional de Empregadores (OIE) e a Confederação Sindical Internacional (CSI).

Foi lançada com o objetivo de promover oportunidades e transições equitativas, incentivando os governos, os empregadores e os trabalhadores a participar no diálogo sobre políticas coerentes e programas eficazes, de modo a criar uma economia favorável ao meio ambiente com empregos verdes e trabalho decente para todos.

Mais informações em http://www.oit.org.br/node/844

Acesse a íntegra do estudo clicando aqui.

Acesse o resumo do estudo clicando aqui.

Na contramão do cenário global, desigualdade no Brasil diminuiu, afirma novo relatório da ONU

30 de janeiro de 2012 · Destaque

Clique aqui para baixar o relatório "Resilient People, Resilient Planet: A Future Worth Choosing"

Clique aqui para baixar o relatório "Resilient People, Resilient Planet: A Future Worth Choosing"

O Brasil foi lembrado no novo relatório “Pessoas Resilientes, Planeta Resiliente” preparado pelo Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global das Nações Unidas pela queda nos índices de desigualdade. O Painel, que teve entre seus integrantes a Ministra do Meio Ambiente brasileira, Izabella Teixeira, afirma também que o país reduziu o desmatamento e apresentou bons índices de energia limpa.

O relatório do Painel de Alto Nível é uma preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) no Brasil em junho de 2012.

Enquanto a desigualdade entre ricos e pobres aumentou na maioria dos países, o Brasil junto com a Turquia foram lembrados pelas Nações Unidas como países que seguiram caminhos contrários a essa tendência nos últimos dez anos.

O país, assim como a Indonésia, também foi elogiado pela “redução substancial” dos índices de perdas de vegetação. Quanto a energia, a ONU elogiou o rápido progresso de fontes renováveis no Brasil, que corresponde a mais de 80% de sua fonte de energia.

O relatório ressalta que o Brasil, através do programa federal Bolsa Verde, está planejando beneficiar cerca de 73 mil famílias de extrema pobreza que se comprometem com a conservação ambiental das áreas de moradia e trabalho. Esse programa inclui pagamentos trimestrais, capacitação de manejo florestal e está inserido no Plano Brasil Sem Miséria.

Alguns dos dados mundiais preocupantes do relatório são: a inflação nos preços dos alimentos; o aumento em 20 milhões de pessoas que passam fome; o desmatamento médio anual de 5,2 milhões de hectares no mundo; e o crescimento de 38% da emissão anual de gás carbônico entre 1990 e 2009. Além disso, 884 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água e 2,6 bilhões estão sem serviços de saneamento básico.

Copresidido pelo presidente finlandês Tarja Halonen e pelo presidente sul-africano Jacob Zuma, o Painel lançou seu relatório final com 56 recomendações para colocar em prática o desenvolvimento sustentável e integrá-lo às políticas econômicas o mais rápido possível.

Os 22 membros do Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global incluiu chefes e ex-chefes de Estado, ministros e representantes do setor privado e da sociedade civil.

Ban Ki-moon, ao receber o relatório do Painel, afirmou que o desenvolvimento sustentável é uma prioridade para seu segundo mandato. “Precisamos traçar um novo rumo, mais sustentável para o futuro, que fortalece a igualdade e o crescimento econômico ao mesmo tempo em que protege o nosso planeta”.

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