Alimentos não saudáveis causam mais de 200 doenças; OMS ensina cinco medidas preventivas

No Dia Mundial da Saúde, marcado nesta terça-feira (7), a agência da ONU para a área da saúde pede uma ação para prevenir estes alimentos em toda a cadeia alimentar, desde a produção ao consumo, e recomendou cinco medidas fundamentais para evitá-los; veja o vídeo.

A contaminação dos alimentos por bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas nocivas causam mais de 200 doenças, desde a diarreia ao câncer. A fim de aumentar a conscientização e promover ações para manter segura toda a cadeia alimentar, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) elegeu o tema “Do campo à mesa, obtendo alimentos seguros” para marcar o Dia Mundial da Saúde 2015, comemorado nesta terça-feira, 7 de abril. Continue lendo

ONUBR: FAO abre inscrições para cursos a distância sobre desertificação, gênero e agricultura urbana

faologo

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) está com inscrições abertas até 16 de março para cursos a distância sobre desertificação e seus impactos, análise socioeconômica e de gênero na luta contra a fome e agricultura urbana como ferramenta para a segurança alimentar.

As matrículas custam 190 dólares para conveniados e 210 dólares para não conveniados. Todos iniciam em 7 de abril e as datas de término variam.

Para saber detalhes sobre os currículos e como se candidatar para o curso sobre desertificação, clique aqui; sobre gênero, clique aqui; e sobre agricultura urbana, clique aqui.

Fonte: http://www.onu.org.br/fao-abre-inscricoes-para-cursos-a-distancia-sobre-desertificacao-genero-e-agricultura-urbana/

11/09 – Ao vivo – FAO lança relatório sobre o impacto ambiental do desperdício de alimentos

Um terço de todos os alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado. Crédito: FAO

Um terço de todos os alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado. Crédito: FAO

10 de setembro de 2013 • Comunicados

Na próxima quarta-feira, 11 de setembro, às 10h30 (hora central europeia – 5h30 horário de Brasília), a FAO apresenta um relatório detalhando os impactos ambientais do desperdício de alimentos.
O evento acontece na sede da FAO em Roma (Itália) e terá a presença do Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, e do Diretor Executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Achim Steiner. O evento será transmitido ao vivo pela Internet através do link http://www.fao.org/webcast/.
A cada ano, 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são desperdiçados ou se perdem, seja durante a sua produção e processamento, pelo comércio varejista, ou com o consumidor. A água, a terra e outros recursos naturais usados para produzir estes alimentos também são desperdiçados, ao mesmo tempo em que se liberam na atmosfera os gases de efeito estufa que são gerados ao produzir, processar e cozinhar estes alimentos.
O novo documento da FAO, O Rastro do Desperdício dos Alimentos – Impactos nos Recursos Naturais é o primeiro estudo a analisar especificamente as repercussões ambientais do desperdício de alimentos.
Uma publicação complementar – Caixa de Ferramentas: Reduzir os Rastros do Desperdício de Alimentos – também será apresentada e possui recomendações para a ação e exemplos sobre como está sendo enfrentado o problema do desperdício de alimentos em todo o mundo.

Fonte; http://www.onu.org.br/fao-lanca-relatorio-sobre-o-impacto-ambiental-do-desperdicio-de-alimentos/

Minha palestra nas comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente no Izabela Hendrix

Companheiros de Aldeia, ontem participei do painel “Água, para onde vai? Para onde vamos?” com a palestra “Os 400, a água e Dia Mundial do Meio Ambiente” dentro das comemorações do Dia Mundial da Água promovidos pelos cursos de Ciências Biológicas e Engenharia Ambiental e Sanitária do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix, onde tenho a honra de ser professor da disciplina “Direito Ambiental e Sanitário”. Aproveito para agradecer as coordenadoras Danielle e Elizabeth pela oportunidade.

Para quem quiser acessá-la, duas opções: baixe o arquivo neste link: Os 400, a água e Dia Mundial do meio ambiente ou assista diretamente via slideshare (abaixo).

Oceana lança novo relatório: emissões de CO2 ameaçam a segurança alimentar baseada em frutos do mar

Clique aqui para baixar o relatório "Ocean-Based Food Security Threatened in a High CO2 World"

Clique aqui para baixar o relatório “Ocean-Based Food Security Threatened in a High CO2 World”

Oceana lista a vulnerabilidade das nações às alterações climáticas e à acidificação dos oceanos

Oceana, o maior grupo de advocacia internacional trabalhando unicamente para proteger os oceanos do mundo, divulgou um novo relatório hoje intitulado “Ocean-Based Food Security Threatened in a High CO2 World” (A segurança alimentar baseada no oceano em um mundo de CO2 alto), que fornece um ranking de nações que são mais vulneráveis às reduções na produção de frutos do mar, devido às mudanças climáticas e a acidificação dos oceanos.

Enquanto os frutos do mar são atualmente a principal fonte de proteína para mais de um bilhão de pessoas mais pobres do mundo, as emissões de dióxido de carbono estão fazendo com que os oceanos se  aqueçam e se tornem mais ácidos. Temperaturas do oceano em ascensão estão empurrando muitos peixes para águas mais profundas e mais frias nos polos e longe dos trópicos, enquanto o aumento da acidez está ameaçando habitats como os recifes de corais e o futuro dos frutos do mar, como ostras, mariscos e mexilhões. De fato, muitas nações em desenvolvimento costeiras e de pequenas ilhas, como as Maldivas, dependem mais pesadamente desses animais para a proteína e sofrerão as maiores dificuldades porque têm menos recursos para substituir o que se perdeu no mar.

“Para a maioria dessas nações ilha, frutos do mar são a fonte mais barata e mais facilmente disponível de proteína”, disse Matthew Huelsenbeck, autor do relatório e cientista marinho da Oceana. “A maioria dos pescadores de pequena escala simplesmente não são capazes de seguir os peixes em águas distantes com as alterações climáticas e a acidificação dos oceanos causando estragos nos recursos costeiros. Reduzir as emissões de CO2 é a única forma de resolver a acidificação global do oceano e o principal meio para deter as mudanças climáticas.” Continue lendo

Água e segurança alimentar na África: a ação da CPLP e FAO

Dentro dos meus trabalhos no Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada em Águas – UNESCO/Hidroex (se você não conhece o Centro UNESCO/HidroEX, clique aqui), comecei a levantar informações e estudar sobre águas e segurança alimentar e nutricional, no âmbito de nossa parceria com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o que aproveito e divido com vocês. O tema é uma das prioridades do bloco, que aprovou sua Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional (ESAN), e a apresentou na 37ª Sessão do CFS (Committee On World Food Security) da FAO (Food and Agriculture Organization), a organização da ONU para alimentação e agricultura, realizada em Outubro de 2011, na sede da FAO, em Roma.

A ESAN tem como eixos:

  • Fortalecimento da governança da segurança alimentar e nutricional;
  • Promoção do acesso e utilização dos alimentos para melhoria dos modos de vida dos grupos mais vulneráveis; e
  • Aumento da disponibilidade interna de alimentos com base nos pequenos produtores.

A ampliação da parceria da CPLP com a FAO levou a inauguração de um escritório desta organização da junto ao Secretariado Executivo da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) (no Palácio Conde de Penafiel, Lisboa, Portugal) em julho passado.

Para saber mais sobre a Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional (ESAN) da CPLP, clique aqui.

Coloco abaixo notícia recente (julho de 2012) sobre a participação do Diretor Geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, na Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, cujo original (em inglês) pode ser acessado em  http://www.fao.org/news/story/en/item/153123/icode/ Continue lendo

Código Florestal: Consea pede a Dilma o veto integral

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Data: 23/05/2012

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) aprovou nesta quarta-feira uma exposição de motivos recomendando à presidenta Dilma Rousseff o veto integral à proposta de Código Florestal que foi aprovada no Congresso Nacional. 

O pedido de veto total foi colocado em discussão e votação na manhã desta quarta-feira, durante reunião plenária do conselho, no Anexo I do Palácio do Planalto, em Brasília. A recomendação de veto foi aprovada pela unanimidade dos conselheiros presentes. 

O Consea é um órgão consultivo, de assessoramento da Presidência da República. O conselho é formado por 57 conselheiros titulares, sendo 19 representantes de ministérios e 38 representantes de entidades da sociedade civil. 

Para o Consea, a proposta de novo Código Florestal, na forma como foi aprovado na Câmara dos Deputados, provocaria “graves impactos sobre a segurança alimentar e nutricional da população brasileira”. 

De acordo com o conselho, o projeto de Código Florestal possui “diversos dispositivos que ameaçam destruir recursos hídricos e florestais”.  Um desses dispositivos seria a anistia, “que consolida a ocupação irregular, legitima a degradação e chancela e premia a impunidade”. 

Para o Consea, “é possível produzir alimentos em harmonia com a natureza ou com baixo impacto sobre o meio ambiente”. O conselho cita como exemplos os sistemas agroecológicos e da produção orgânica, que, inclusive, estão sendo discutidos na plenária, como contribuições para a Política Nacional de Agroecologia, que está sendo preparada pelo governo. 

“Diante do exposto”, conclui, “recomendamos que Vossa Excelência faça uso de seu poder constitucional e vete integralmente projeto, evitando assim que normativo tão aviltante venha a ter existência no nosso ordenamento jurídico às vésperas da Rio+20, sediada pelo Brasil”, conclui o texto. 

A exposição de motivos estará disponível no site do Consea (www.presidencia.gov.br/consea) a partir desta quinta-feira (25).

Fonte: Ascom/Consea

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